Convidamos a todos para nos reunir no dia 18, terça feira, para iniciarmos uma corrente de apoio a nossa região serrana. Comecem a reunir: água , produtos de higiene, toalha, lençol, travesseiro,sandália tipo havaiana e roupa íntima. Estaremos na sede da Natação no Mar, que fica na entrada da Boca da Barra, das 7:00 as 19:00 horas. Todos juntos somos fortes.
Proporcionar resultados voltados à saúde, sociabilidade e à formação de um cidadão mais consciente de suas responsabilidades no mundo contemporâneo, incluindo neste último, o cuidado com o meio ambiente, são os principais objetivos da Associação MARE - Meio Ambiente, Respeito e Esporte, da qual fazem parte os Projetos: Natação no Mar, MARE de Artes e MARE Verde.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Salve as abelhas... e o PLANETA!
Os cientistas culpam os agrotóxicos e quatro governos europeus já os proibiram.
Se conseguirmos que os EUA e a União Europeia se unam à proibição, outros governos ao redor do mundo poderão seguir o exemplo e salvar da extinção milhares de abelhas.
Assine a petição clicando aqui e encaminhe este apelo urgente.
Abelhas não fazem apenas mel, elas são uma força de trabalho gigante e humilde, polinizando 90% das plantas que produzimos.
Vários estudos científicos mencionam um tipo de agrotóxico que contribui para o extermínio das abelhas. Em quatro países Europeus que baniram estes produtos, algumas populações de abelhas já estão se recuperando. Mas empresas químicas poderosas estão fazendo um lobby pesado para continuar vendendo estes venenos. A única maneira de salvar as abelhas é pressionar os EUA e a União Europeia para eles aderirem à proibição destes produtos letais - esta ação é fundamental e terá um efeito dominó no resto do mundo.
Não temos tempo a perder - o debate sobre o que fazer está esquentando. Não se trata apenas de salvar as abelhas, mas de uma questão de sobrevivência. Vamos gerar um zumbido global gigante de apelo à UE e aos EUA para proibir estes produtos letais e salvar as nossas abelhas e os nossos alimentos. Assine a petição de emergência agora, envie-a para todo mundo, nós a entregaremos aos governantes responsáveis:
As abelhas são vitais para a vida na Terra - a cada ano elas polinizam plantas e plantações com um valor estimado em US$40 bilhões, mais de um terço da produção de alimentos em muitos países. Sem ações imediatas para salvar as abelhas, muitas das nossas frutas, legumes e óleos preferidos poderão desaparecer das prateleiras.
Nos últimos anos, temos visto um declínio acentuado e preocupante a nível global das populações de abelhas - algumas espécies já estão extintas e semana passada ficamos sabendo que algumas espécies nos EUA chegaram a 4% da população normal. Cientistas vêm lutando para obter respostas. Alguns estudos afirmam que o declínio pode ser devido a uma combinação de fatores, incluindo doenças, perda de habitat e utilização de produtos químicos tóxicos. Mas cada vez mais novos estudos independentes produzem fortes evidências que os culpados são os agrotóxicos neonicotinóides. A França, Itália, Eslovênia, e até a Alemanha, sede do maior produtor do agrotóxico, a Bayer, baniram alguns destes produtos que matam abelhas. Porém, enquanto isto, a Bayer continua a exportar o seu veneno para o mundo inteiro.
Este debate está esquentando a medida que novos estudos confirmam a dimensão do problema. Se conseguirmos que os governantes europeus e dos EUA assumam medidas, outros países seguirão o exemplo. Não vai ser fácil. Um documento vazado mostra que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA já sabia sobre os perigos do agrotóxico, mas os ignorou. O documento diz que o produto da Bayer é "altamente tóxico" e representa um "grande risco para os insetos não-alvo (abelhas)".
Temos de fazer ouvir as nossas vozes para combater a influência da Bayer sobre governantes e cientistas, tanto nos EUA quanto na UE, onde eles financiam pesquisas e participam de conselhos de políticas agrícolas. Os reais peritos - apicultores e agricultores - querem que estes agrotóxicos letais sejam proibidos, a não ser que hajam evidências sólidas comprovando que eles são seguros. Vamos apoiá-los agora. Assine a petição abaixo e, em seguida, encaminhe este alerta:
Não podemos mais deixar a nossa cadeia alimentar delicada nas mãos de pesquisas patrocinadas por empresas químicas e os legisladores que eles pagam. Proibir este agrotóxico é um caminho necessário para um mundo mais seguro tanto para nós quanto para as outras espécies com as quais nos preocupamos e que dependem de nós.
Recebido de Avaaz.org em 07/01/2011.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Depoimento:Suzana Pizorno
Foi muito bom estar com voces!
Quando a gente começa a ver os filhos tomarem seus rumos, as portas dos quartos ficarem fechadas uma a uma, a casa fica arrumada por mais tempo, ja não tem aquela "VIDA".
A" VIDA" que existe no meio dos brinquedos espalhados, nas roupas jogadas no banheiro, a toalha que ficou caida, o tênis que ficou sujo,a sunga que ficou esquecida lá no chuveiro do jardim, os pés de pato e máscaras ainda com sal no sol. A prancha ainda com areia não voltou a ser pendurada. Tem aquela moto no meio do caminho tirando metade do espaço da garagem. As "bici"com pneus furados precisando ser trocadas de lugar para a faxina... tudo isso era “bronca e vida” que escapou sem me dar conta. O tempo e' implacável pois com a falta de tudo isso aparecem dores, um dia aqui outro dia ali, outro dia o mundo gira mais do que carrocel no parque, apesar de estar apenas deitada na cama.Tudo gira num instante, ou durante muitos outros instantes... e quando a gente vê no rodar deste tempo...ele se foi , passou ...tudo vivido intensamente mas se foi…
Agora, se tem um pouco mais de pó nos livros azar deles. Quero nadar...quero sentir que vou vencendo cada dia um pouco mais. Esse tanto mais de desafio faz colorir nossas vidas. Não estamos mais isolados temos que fazer um chocolate para animar o pessoal a fazer o tapete de sal, temos que inventar uma sopa que não leve carne para o "profi" vegetariano, ele merece esta atenção. Ainda teremos muita batalha para ajudar nosso planeta com nossa preocupação de cada dia de gerar menos lixo, de reciclar, de conscientizar a garotada , engajar nosso visinhos na coleta seletiva de lixo e porque não a cidade toda? Aos pouco vemos que temos muita importância e responsabilidade nestes anos que fomos abençoados a viver." Velho e' o seu preconceito", pois por dentro apenas somos jovens há mais tempo.
"NATAÇÃO NO MAR" foi mais uma benção que recebemos nesta caminhada da vida. Aqui fica nosso carinhoso agradecimento e admiração a esta equipe que nos proporciona viver estes momentos de tanta energia positiva.
Um beijo bem no coração de todos vocês meus "profis" e muito mais que isso, AMIGOS.!
Suzana Altmayer de Pizzorno 30/05/08
domingo, 28 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Brasil precisa substituir lixões por aterros sanitários até 2015
O secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, José Machado, disse que a regulamentação da PNRS – que tinha prazo de 90 dias, contados a partir de 2 de agosto – será concluída até o fim deste governo e assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ministério já tem uma minuta do decreto e está discutindo o texto no governo e com entidades do setor de gestão de resíduos.
A lei prevê a responsabilidade compartilhada na gestão dos resíduos sólidos e proíbe a manutenção de lixões em todo o país. Segundo Silvério, estados e municípios terão até agosto de 2011 para elaboração de planos de gestão de resíduos. Até 2015 o país terá que ter eliminado os lixões.
“O esforço inicial é para garantir a implementação de aterros. A lei dá quatro anos de prazo máximo para adequação de aterros e fim dos lixões”, disse o secretário durante apresentação no seminário Regulação e Gestão de Serviços Públicos de Manejo de Resíduos Sólidos: Aproveitamento Energético do Metano de Aterros Sanitários.
O governo deverá estimular projetos compartilhados entre municípios e estados e iniciativas intermunicipais, que têm custo operacional reduzido, se comparados com projetos individuais. Uma das orientações, segundo Silvério, será a criação de autarquias municipais ou intermunicipais de gestão de resíduos.
“Queremos estimular a formação de consórcios públicos para gestão, isso otimiza investimentos e permite planejamento e gastos compartilhados”, comparou.
Evitar que os aterros voltem a se transformar em lixões por falta de gestão também é umas das preocupações do governo. Entre as possibilidade para garantir a sustentabilidade financeira dos empreendimentos estão o aproveitamento do metano liberado pelo lixo para produção de energia e a criação de estímulos fiscais vinculados à manutenção dos projetos. “O país tem que ter uma meta para recuperação de energia em aterros a partir do gás metano. Os planos [estaduais e municipais] terão que contar com a perspectiva de recuperar energia dos aterros”, sugeriu Silvério.
Durante a apresentação, o secretário também apontou a necessidade de ampliação e melhoria da qualidade da coleta seletiva. Dos 5.565 municípios brasileiros, somente cerca de 900 têm o serviço de coleta seletiva. E a produtividade é baixa: apenas 12% do que é coletado é de fato reciclado, segundo Silvério.
Fonte: Jornal O Estadão
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